Não por ter sido incoerente durante o jogo ou por ter traído seus princípios (ou o do público). Neste sentido, Max foi feliz durante todas essas semanas. Sempre se declarou jogador (deixou isso claro), transformou este fato a seu favor (desconstruindo critérios históricos de avaliação em BBBs que denegriam jogadores) e NUNCA jogou sujo. NUNCA traiu os amigos, aqueles q confiavam nele e que ele gostava.
Contudo, se perdeu. Foi favorito por semanas do público e não é mais. O que o fez ser favorito por semanas foram suas brincadeiras e sua facilidade de se divertir apesar de sempre falar de seu foco no jogo. Era mestre em brincar com as câmeras e encher a edição de momentos divertidos. Então a visão do público era clara: Max é um cara do bem. Está lá para jogar sério mas é um cara divertido e de coração bom.
Esta é a verdade. Max é justo e é bom mas não consegue mais ser uma pessoa divertida como antes. É natural. Reações naturais do confinamento. Mas agora anda pela casa sempre sério, com cara de quem está pensando, fazendo pose de jogador. Talvez tenha perdido o tesão com a casa. A injusta não eliminação de Ana mexeu com todos. A "harmonia da casa", sempre preservada pelos vilões do BBB, ficou em xeque. A injustiça, sempre combatida pelos campeões de BBB, foi referendada pelo público. O cara boa praça foi eliminado pela riquinha mimada e egoísta, acudida pela vovó racista e anti-semita. E isso virou sinônimo de justiça.
Max agora não se diverte mais. Como se sua missão fosse de mostrar seriedade com o jogo e pose de jogador. Se perdeu.
Mas continua no TOP 3 de favoritos. É um cara do bem. Isso é claro: seu semblante sério nunca sobrevive às brincadeiras com a Francine. Essa é a maior prova que Max nutre por Francine um sentimento especial e que é um cara do bem tentando fazer com que a razão predomine.
Tarefa difícil para um confinado. Max tem duas missões: o milhão e a revisão de critérios de voto no BBB.
sábado, 14 de março de 2009
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